Superpopulação e Eugenia


Desde há mais de um século essa questão se instalou e só faz crescer. Aqueles que a atiçam são os mesmos que são a causa do problema – a Superpopulação e a solução que ciclicamente insistem é um processo elegante e “científico” de Eugenia, matando os indesejáveis. Esses indesejáveis são: multiplicados, ordenhados, tosquiados e, finalmente, abatidos e enterrados – os donos do mundo já planejam usar as carcaças como adubo e alimento!
É bizarro que ninguém estranhe que o crescimento populacional explodiu do último século para cá, quando tinha permanecido equilibrado por milênios.
A interferência e os interesses dos governos, dos usurpadores e exploradores levaram a humanidade ao desequilíbrio. Lucro e poder são os motores que impulsionam as soluções mirabolantes e farsescas de controle, através da propaganda, mistificação, ciência e tecnologia. A atual civilização foi erguida para subtrair a liberdade, a propriedade e a igualdade, portanto, a justiça, em troca de centenas de milhares de quinquilharias sem valor. A tecnologia, a vida artificial, o conforto, a vida esterilizada, fácil, com soluções de burocratas, políticos, governantes na vida pessoal, nas funções vitais, levou a supressão total do instinto de vida, da relação com a natureza e fez do homem um ser robótico, descaracterizado.
Depois de conduzir as massas a reproduzir com objetivo de controlá-las e submete-las eis que os mesmos começam a gritar que a população deve ser diminuída para evitar o pior e criam meios covardes e tecnológicos para estabelecer uma matança silenciosa.
Ao separar o homem da natureza e perverter seu instinto, dificultar seu acesso aos meios vitais como alimentação, água, ar, sol, solo e a produção direta de alimentos, o sistema condenou o homem a inúmeras taras, entre elas a de crescer desordenadamente. Os elementos vitais e de equilíbrio foram trocados por uma crença estúpida no Estado/governo e através de trabalho inútil e dinheiro para, supostamente adquirir aquilo que deveria ser de acesso natural e direto.
Hoje, a maioria sobrevive indiretamente se vendendo e se pervertendo com meios artificiais e maliciosos que foram criados para controla-los. Tudo na sociedade foi falsificado e envenenado, ou seja, não é próprio para o homem e têm consequências ruins e imprevisíveis na saúde, na vitalidade, no comportamento.
Toda a adaptação do homem a um meio artificial é deformante de sua natureza original , adoecendo-o, destruindo sua mente.
Não há, finalmente, como curar-se senão por retornar sobre os passos errados e começar a agir segundo as leis naturais. As causas da Superpopulação são múltiplas e devem todas ser eliminadas e não o homem. A Eugenia, em todas as suas formas, é um crime hediondo contra a criação – e está em franca aplicação com métodos cada vez mais cruéis.
O que deve ser notado é que a sociedade/civilização com o modo de vida e costumes que instala na vida do povo é a causa do desequilíbrio e não o instinto natural e saudável.

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