Escravidão

“DESDE tempos imemoriais o homem procurou um salvador; e, quando não procura um salvador, procura uma cura. Ele acredita no paternalismo. Ele está procurando obter algo por nada, sem saber que o preço mais alto que pagamos por qualquer coisa é tê-lo dado a nós. Em vez de aceitar a salvação, é melhor merecê-la. Em vez de comprar, mendigar ou roubar uma cura, é melhor parar de construir doenças. A doença é uma construção do próprio homem, e uma coisa pior do que a estupidez de comprar uma cura é permanecer tão ignorante a ponto de acreditar em curas. As falsas teorias de salvação e curas fizeram do homem um mendigo mental, quando deveria ser o árbitro de sua própria salvação, e certamente seu próprio médico, em vez de ser escravo de uma profissão que não deu certo.” Dr. Tilden MD.

O Jardim do Éden


A expulsão do Homem do Jardim do Éden foi uma escolha, ao rejeitar a Lei e fazer para ele um mundo construído pela regras da árvore do bem e do mal, em detrimento das leis cósmicas e naturais.
A maioria não têm o menor interesse em voltar de onde foram expulsos – enquanto o caminho está aberto e sinalizado para os que querem retornar.
A expulsão não foi por um ato impensado, impulsivo de ser enganado a morder a “maçã”, como pode parecer, mas o resultado de uma longa e persistente série de desvios voluntários.
Aqui novamente, a investigação da “mulher” ser a causa do pecado precisa ser compreendida. É óbvio que isso não se passa nas pessoas dos primeiros humanos, mas no seu interior, na mente de cada um deles. Não é a fêmea humana induzindo o macho humano ao erro, mas aspectos femininos e masculinos que cada um carrega, seja ele(a) homem ou mulher.
O aspecto feminino tem a ver com as questões práticas da vida, com garantir o amanhã ‐ é o pensar usando as leis mecânicas de causa/efeito. Portanto, é voltar-se para o exterior, para o mundo material e suas leis – o feminino é prático e não ideal.
O aspecto masculino tem a ver com o ideal, com o aqui agora – portanto, com o interior, com a busca do motivo por trás do viver. Assim, procura a Lei, ou seja, um motivo anterior e primordial para agir.
O problema que conduz o ser humano ao erro é esse aspecto prático (feminino) que não aceita as regras, mas quer mudar para ter uma garantia preventiva, através de um truque, de uma ação forçada e ilegal para ter um resultado futuro segundo o que acha melhor e não o que o Criador determinou. Está sempre tramando, desassossegada, se antecipando – porque desconfia!
O feminino na mente, ao contrário do que muitos imaginam, não age com o coração, com a intuição, mas com a mente prática, exterior, literal – vazia de significados.
É exatamente por isso que o feminino, a Eva nas pessoas, deve estar subordinada ao masculino, ao Adão, a Lei, ao Cosmos.
Quando Adão aceita de Eva o fruto proibido, a humanidade cai porque rejeitou a criação (a natureza) e seu Criador.
Eva seduz com sua mente literal, mecânica, rápida, eficiente, mas só capaz de pensar através do sim e não. Este é um instrumento necessário e útil para a vida, mas não pode agir em detrimento da Lei, da razão superior. É o particular, o analítico comandando e decidindo sobre o sintético, o superior.
Adão e Eva, marido/esposa, são símbolos e não pessoas reais! As escrituras são representações de funções internas, de leis, de advertências, de equações e suas soluções. Se forem lidas como coisas e pessoas do passado, não fazem sentido, são lendas, contos de fadas.
A queda do homem, representada pela expulsão do Jardim do Éden, se refere ao risco de não saber lidar com o equipamento a nossa disposição, em desconhecer as várias mentes que os compõem. É uma séria advertência, infelizmente mal interpretada, como se fossem os primeiros humanos – Adão e Eva, nus e infantis, brincando de papai e mamãe no Éden.
O aspecto mecânico, automático, simplista da mente periférica, que começa, então, a dominar sobre o ser, é a Serpente inteligente e “má” que pretende saber e agir sozinha. Ela deveria estar atrás, no suporte, mas se apossa de tudo e arrasta o homem para o abismo. O homem está prisioneiro de uma máquina lógica, de um computador biológico, que imagina ser o amo e senhor. Ele está fragmentado, esquecido, confuso e desesperado. O estado caótico e desassossegado interno se reflete num mundo artificial construído à imagem dessa maquina e, esse mundo robótico externo, sem vida, ameaça dominar o seu construtor e fazer dele um escravo. As máquinas, as CPUs, as drogas, já dominam sobre a vida. Essa inversão está explícita, mas é invisível para a massa de homens máquinas. Triste fim para a humanidade.
A origem deve ser conhecida e a causa do erro, da queda, precisa ser retirada do comando e, o Eu Real, o Amo deve assumir seu lugar. É um Trabalho permanente e exigente. Enquanto as pessoas estiverem hipnotizadas pelos brinquedos que foram construídos pela Serpente, não há chance de libertação.
O Jardim do Éden não é um lugar inacessível, para onde não podemos voltar, mas a perfeição da criação, da Natureza, pronta e a disposição. Tentar mudar a base, inventar, desconfiar e questionar é o impedimento para a verdadeira evolução possível. Não pode haver evolução pela negação – é o bem da verdade que constrói. É muita pretensão e rebeldia imaginar que sabemos mais que o Criador. Hoje, vivemos essa escolha e repetimos o ato dos primeiros pais – e assim nos condenamos a uma vida exaustiva de trabalho desnecessário.

Superpopulação e Eugenia


Desde há mais de um século essa questão se instalou e só faz crescer. Aqueles que a atiçam são os mesmos que são a causa do problema – a Superpopulação e a solução que ciclicamente insistem é um processo elegante e “científico” de Eugenia, matando os indesejáveis. Esses indesejáveis são: multiplicados, ordenhados, tosquiados e, finalmente, abatidos e enterrados – os donos do mundo já planejam usar as carcaças como adubo e alimento!
É bizarro que ninguém estranhe que o crescimento populacional explodiu do último século para cá, quando tinha permanecido equilibrado por milênios.
A interferência e os interesses dos governos, dos usurpadores e exploradores levaram a humanidade ao desequilíbrio. Lucro e poder são os motores que impulsionam as soluções mirabolantes e farsescas de controle, através da propaganda, mistificação, ciência e tecnologia. A atual civilização foi erguida para subtrair a liberdade, a propriedade e a igualdade, portanto, a justiça, em troca de centenas de milhares de quinquilharias sem valor. A tecnologia, a vida artificial, o conforto, a vida esterilizada, fácil, com soluções de burocratas, políticos, governantes na vida pessoal, nas funções vitais, levou a supressão total do instinto de vida, da relação com a natureza e fez do homem um ser robótico, descaracterizado.
Depois de conduzir as massas a reproduzir com objetivo de controlá-las e submete-las eis que os mesmos começam a gritar que a população deve ser diminuída para evitar o pior e criam meios covardes e tecnológicos para estabelecer uma matança silenciosa.
Ao separar o homem da natureza e perverter seu instinto, dificultar seu acesso aos meios vitais como alimentação, água, ar, sol, solo e a produção direta de alimentos, o sistema condenou o homem a inúmeras taras, entre elas a de crescer desordenadamente. Os elementos vitais e de equilíbrio foram trocados por uma crença estúpida no Estado/governo e através de trabalho inútil e dinheiro para, supostamente adquirir aquilo que deveria ser de acesso natural e direto.
Hoje, a maioria sobrevive indiretamente se vendendo e se pervertendo com meios artificiais e maliciosos que foram criados para controla-los. Tudo na sociedade foi falsificado e envenenado, ou seja, não é próprio para o homem e têm consequências ruins e imprevisíveis na saúde, na vitalidade, no comportamento.
Toda a adaptação do homem a um meio artificial é deformante de sua natureza original , adoecendo-o, destruindo sua mente.
Não há, finalmente, como curar-se senão por retornar sobre os passos errados e começar a agir segundo as leis naturais. As causas da Superpopulação são múltiplas e devem todas ser eliminadas e não o homem. A Eugenia, em todas as suas formas, é um crime hediondo contra a criação – e está em franca aplicação com métodos cada vez mais cruéis.
O que deve ser notado é que a sociedade/civilização com o modo de vida e costumes que instala na vida do povo é a causa do desequilíbrio e não o instinto natural e saudável.

As Teorias Astronômicas


São patéticas e tolas as teorias de funcionamento do universo. Os “astrônomos” se baseiam em conjecturas e sonhos de como seria o mundo em suas teorias pseudocientíficas – o fato é que o que afirmam é pura imaginação, ficção científica.
As informações de que dispõem são erradas e incompletas, como as da origem do universo, da vida e da evolução. Não sabem nada, mas falam como se soubessem.
A matéria de todo universo é a mesma, mas a materialidade é muito diferente e isso muda completamente o efeito das leis que regem o funcionamento dos vários níveis do universo. A matéria da Terra e da Lua são as mesmas, mas a materialidade é outra, assim é com a Terra em relação aos outros planetas e ainda o Sol e além do nosso sistema.
Aplicar as leis limitadas que conhecemos e que funcionam razoavelmente na Terra, a todo o universo, é errado e fraudulento. Isso resulta em conclusões falsas e pura ficção sobre o funcionamento universal.
Não se pode aplicar as fórmulas à matéria de uma densidade como a da Terra àquela da Lua, a dos planetas e a do Sol – assim como wos corpos materiais reagem de maneira diferente se estiverem no ar, na água ou na superfície da terra. Mas, isso é só um exemplo grosseiro do que se passa com a matéria com materialidade diferente – as influências que chegam na Terra não chegam na Lua e, igualmente, as influências que agem em Marte, não chegam na Terra e muito menos, as influências que chegam ao Sol são outras. São outros mundos e não podem ser vistos como iguais, sua densidade e vibração é outra. Não podemos viver, jamais na Lua, assim como não podemos viver no Sol ou em Marte. Fomos feitos para viver exclusivamente na Terra, a nossa materialidade é terrena e não lunática ou planetária e menos ainda, solar.
A matéria dos planetas vibra com velocidades muito maiores do que a da Terra, enquanto a da Lua, muito menor do que a da Terra.
Somos um microcosmo, o que significa que podemos conter a materialidade de todos os pontos do universo em nós. As matérias do pensamento e do sentimento são invisíveis intangíveis, não alcançáveis pelos sentidos, mas existem e são tão materiais quanto um pedaço de rocha. A composição de seus átomos, por assim dizer, é a mesma da rocha mas infinitamente menor e infinitamente mais vibrante. Não precisamos viajar para o Sol para viver tudo o que se passa ao seu nível e, fisicamente, isso é impossível sem sermos destruídos!
Finalmente, para vivermos os níveis superiores de vibração, de inteligência e consciência, precisamos do corpo físico, até construir outros corpos completos, autônomos, mais sutis e capazes. Não podemos com o corpo físico ir as esferas superiores ou inferiores sem graves consequências – precisamos usar os nossos vários níveis do universo já em nós, para essas viagens e vivências, permanecendo fisicamente aqui!
Não é possível falar de materialidade sem trazer o tema para o homem como um microcosmo. Os astrônomos, os físicos e os matemáticos desconhecem completamente esse aspecto e, concluem falsamente sobre coisas fora do nível da Terra e ainda mais, sobre o homem, a vida e a consciência. São tolos que imaginam e declaram idiotices.
No caso, nosso corpo é formados de átomos com alta densidade e baixa vibração, mas em nós há outros corpos em formação que são constituídos do átomos menores e capazes de altíssimas frequências. O corpo pode ser um caminho para cima, evolutivo, ou um caminho para baixo, involutivo. A evolução para o homem tem a ver com o crescimento e a independência desses corpos superiores dentro do corpo físico. O corpo físico deve servir para gestar e dar nascimento aos corpos sutis. Se isso não ocorre e o corpo físico é destruído durante a vida por disfunções e danos permanentes, o caminho é a involução. A evolução, só é possível através de um ato de vontade consciente e por um trabalho contínuo e inteligente, ou seja, não ocorre ao acaso, por acidente ou automaticamente. Essa mesma evolução precisa de um corpo físico saudável e vital. A disciplina e a condução inteligente desse corpo se faz através do germe do corpo intelectual. Assim como cuidamos dos animais e das plantas para o seu crescimento e vida, assim devemos cuidar de nosso próprio corpo, também. O princípio da evolução se apoia no Trabalho, isto é, em tomar a vida como um meio para um fim maior e não, um fim em si mesma – esse Trabalho significa que não há nenhuma obra ou sucesso externo ao qual nos dedicarmos em detrimento da formação dos corpos sutis, através da consciência.
A compreensão do Universo além de nossa inteligência e sentidos físicos é o que nos capacita a compreender e ver a realidade da criação. Não é possível com a ciência e a tecnologia, nascidas da inteligência física grosseira, compreender o universo. O mundo de aparências é uma ilusão. Os instrumentos naturais da mente física e as suas extensões tecnológicas são inadequados para penetrarem a realidade. Precisamos da mente superior, assentada nos corpos sutis para compreender a realidade que, por sua vez, não é grosseira e acessível aos sentidos ou sua extensão através de maquinas. E isso é assim para o mundo macro e o micro.
A aparência da matéria, tal como se apresenta para nossos sentidos e equipamentos tecnológicos não revela sua condição real de materialidade e isso leva a caminhos sem saída. Os instrumentos adequados para compreender o universo estão dentro de nós e não fora, porque as sutilezas da criação precisam de homens totalmente evoluídos para serem compreendidas.
O visível vem do invisível; Deus é espírito; Deus está dentro e acima. Nossas funções e poderes psíquicos existem, são invisíveis e são capazes de criar, em certa medida. Sua “matéria” é de uma outra qualidade do que aquilo que podemos perceber pelos sentidos.
Se ainda não chegamos a constituir um corpo emocional, um corpo mental não poder “ver” internamente a “forma” dos planetas e do sol e além deles. O que vemos, com ou sem a extensão de equipamentos é uma casca ilusória do que são.
Os nossos sentidos são limitados e nos revelam um mundo parcial, ilusório. Para piorar, além de estarem limitados para as coisas da Terra, são completamente inadequados para perceber além do nosso planeta. Há sentidos nos outros corpos sutis , quando esses estão plenamente desenvolvidos. Há olhos, ouvidos, sensação , olfato, entre outros sentidos, no corpo emocional, o mesmo que também há outros, ainda mais desenvolvidos no corpo mental.
As extensões tecnológicas, que são máquinas construídas com materiais grosseiros a nível da Terra, não podem, pela materialidade de baixa vibração da Terra, servir para a observação dos planetas, do sol e mais além. O que captam é apenas sua aparência grosseira. Concluir com base nessas percepções limitadas e inadequadas é patético, estúpido, falso, e as teorias e conclusões dos “cientistas” são fraudulentas. O que precisa ser desenvolvido são as funções psíquicas e espirituais do homem e não máquinas que são coisas mortas e enganadoras.
Os planetas, a Terra, o Sol são coisas vivas, tanto quanto nós somos. São, portanto, inteligentes e autônomos, conscientes e como nós, podem evoluir – não são pedaços de rochas mortas acidentalmente lançadas no espaço. Ao estar subdesenvolvido em suas funções sutis, o Homem, incluídos os doutores e cientistas estão cegos para ver o que são e quais as influências desses seres imensos e consciente sobre a Terra e sobre nós.
A ilusão do tempo, a quarta dimensão do espaço, tomada com passado, presente e futuro, distorce ainda mais a realidade. Vemos o mundo por uma estreita fresta, onde tudo passa continuamente. Isso é falso para a Terra e mais ainda para o universo.
As teorias astronômicas devem ser vistas pelo que são: falsificações que prendem as pessoas e pervertem suas funções e a possibilidade de evolução possível. São tolices desnecessárias e prejudiciais lançadas como verdade por presunçosos e tolos.

A morte de nossa nação!


As pessoas estão agarradas neste navio que afunda rapidamente. A cegueira e o apego em pseudovalores de uma sociedade condenada à morte e, por outro lado, a tentativa desesperada em salvar algo que não existe mais, ou que só existiu como esperança, como um sonho, vai destruir dezenas de milhões, condena-los a angústia, desesperança, a uma vida miserável e sem liberdade.
No que as pessoas acreditam? Numa quimera que lhes implantaram de que precisam do Sistema: de políticos, líderes, “ciência”, dinheiro, emprego, carreira, prestígio, religião oficial, eleições, “democracia”, quinquilharias, e mais um milhão de inutilidades. Elas pagam muito caro por esse sonho e agora todas as promessas se fizeram em um pesadelo pavoroso.
Não há nenhuma saída para a armadilha torturante e mortal pelo mesmo Sistema que a construiu. Não se pode reformar, recuperar, refazer, reabilitar o que morreu e está podre. Toda a tentativa de socorrer um cadáver é patética, inútil e perigosa – acaba-se por apodrecer junto.
Alguns, não todos, podem se salvar e ter uma vida digna e feliz vivendo pelas leis cósmicas e naturais, pela Lei Única, mas somente se abandonam tudo, sem exceção.
Somente uma vida inteiramente nova, sob outros valores, reais, fora e longe da insanidade a que somos submetidos e assistimos.
Não há porque viver nesta barbárie e se submeter a ela. Pode-se escapar a isso, mas tem um custo e é necessário tomar a decisão logo. O sacrifício é renunciar as ilusões, aos sonhos tolos e adolescentes. Não há nada real aqui. Não importa o tempo, mas a coisa toda acaba nesse teatro de horrores – isso se repete na humanidade desde há muito. Civilizações poderosas e, certamente, muito mais avançadas pereceram e a nossa é muito medíocre e tem mostrado sinais do fim iminente.
É necessário se dar conta de que o risco de permanecer aqui trabalhando para o Sistema, alimentando os seus poderes e esperando por algum milagre, será fatal. No caso, nossa nação já morreu e apodreceu e as toxinas da morte levarão a todos que insistem em ficar a um destino comum mórbido e cruel.
Um Êxodo imediato e organizado dará mais chances de sucesso para plantar as novas sementes em solo fértil e cuidar dos brotos até que possam sobreviver e se multiplicarem. Sozinho e sem conhecimento e suporte é penoso e difícil.
Pensem em vender tudo, se unir a grupos de semelhantes e viver com simplicidade, da natureza, com a natureza e para a natureza.
Novas nações precisam nascer para o futuro quando o caos, a violência e a insanidade generalizada provocarem a extinção dessa cultura falida e doente.

Materialismo Científico e Socialismo

O Materialismo Científico, de onde derivou a ideia nefasta do Materialismo Dialético, o Socialismo marxista, criou e precipitou uma ruptura e abismo na humanidade. O fato de que os socialistas, a esquerda, com seu pensamento revolucionário parecem tão estúpidos e degradados às pessoas não contaminadas e dominadas por essa redução do humano, se deve a que o Materialismo Científico e sua derivação política, o socialismo, ignora completamente que o Homem é uma relação e proporção entre o visível e o invisível. E esse é o motivo pelo qual o exterior não basta e as melhoras e promessas externas para a existência, não o satisfarão.
O Homem tem necessidades internas que são ignoradas e completamente negligenciadas pelo materialismo socialista Sua psiquê não se satisfaz com coisas externas, sua natureza complexa não pode ser explicada unicamente em termos de adaptação à vida externa – preenchida pelo que os sentidos trazem. Necessita, portanto, ideais que deem algum significado a sua existência, além daquilo que vê, ouve, toca. Há no homem algo que pode crescer e desenvolver-se, há um estado por vir de si mesmo, e isso não se encontra em nenhum “amanhã”, senão que está acima dele.
O pensamento revolucionário, por outro lado, está apoiado no amanhã, ou numa evolução casual, mecânica, inexorável e num paraíso terrestre futuro, material.
Nada pode conciliar essas duas humanidades. Elas, finalmente, nem podem formar sociedades harmônicas. E, sempre, aqueles exclusivamente apoiados nos sentidos, no material, procurarão destruir e dominar aquela parcela que não compreendem e temem.
Reunir à força, em um país, pessoas tão diferentes e irreconciliáveis em suas naturezas, é criar um estado permanente de desassossego, de guerra, que sempre termina em exploração, escravidão e aniquilação.
Esse é o motivo, não tão evidente, da insanidade crescente nas nações que insistem estupidamente na “diversidade”, na reunião e convivência de seres tão diferentes. Aqueles que pregam e insistem em tais maldades é por motivo de poder, de exploração. Ter nascido em um território, falar a mesma língua e gozar da mesma cidadania não implica em ser concidadão, irmão. Reunir dezenas e, até, centenas de milhões sob os mesmos, costumes, crenças, leis e líderes, é insano. É meio óbvio que aqueles que tiveram suas almas pervertidas com essa doutrina maléfica se dedicam as conquistas materiais e dominação e usarão de quaisquer meios para conseguir seus intentos. Eles sempre terão a vantagem de não terem regras, limites ou compaixão. É uma temeridade e injustiça a atual organização política e social.

Superpopulação


Malthus afirmou, na mesma esteira de Darwin e Francis Galton, o pai da eugenia, que sem “controle externo”, os recursos naturais crescem em progressão aritmética e a população em progressão geométrica e isso leva inexoravelmente à extinção de uma população.
Desde há 3 séculos há uma preocupação e tentativa de controlar o crescimento populacional e de determinar quem deve viver e procriar e quem deve ser eliminado e não ter descendentes. As matanças, com requintados meios de tortura e terror, estão presentes desde então, com bilhões de mortes antinaturais – forçadas.
Todos os povos, culturas e sociedades caminham, literalmente, sobre os cadáveres de seus ancestrais.
Assistimos e sofremos a patética e pavorosa tentativa brutal de, através de mentiras oficiais, eliminar, silenciosamente, sem causar pânico, populações “indesejáveis”. O que já foi tabu declarar, hoje se faz sem nenhum pudor: vamos eliminar 2/3 da população por vários meios! Escolheram e estão tentando envenenar com vacinas, como se essas fossem proteger a população de doenças imaginárias, bilhões de pessoas. Mas, estão usando e logo trarão novidades, em seus métodos de matança sistemática – vai piorar e muito.
Quando o nível de ser, o instinto de vida e a inteligência das pessoas são rebaixados e impedidos de crescer e atuar, o desastre é inevitável. Não se pode, por nenhum meio, “terceirizar”, colocar nas mãos de burocratas, de cientistas, do Estado, a vida!
A vida e todas as suas funções e extensões são naturalmente e instintivamente auto reguladas. O modelo de vida imposto por essa civilização, por outro lado, está baseado em falsos princípios e tira do indivíduo todo o controle de sua vida e funções naturais e internas.
O desastre e fracasso dessa interferência brutal e estúpida com fins de exploração e controle por grupos de usurpadores e exploradores, está evidente agora e fartamente registrado na história recente.
A regulação, desde o instinto de vida, representado pela autopreservação, da procriação e dos recursos necessários para o sustento das necessidades vitais, não pode ser entregue a outros e na ausência da saudável manifestação do instinto e de toda a inteligência que emana dele.
Ao estabelecer como a base da civilização a filosofia como um fim e não como um meio, os exploradores e escravistas pervertem toda a natureza, o Homem incluso, e produzem as aberrações relativas a superpopulação, como é chamada, e as inevitáveis “soluções” hediondas que imaginam e aplicam sobre as suas vítimas e escravos – nós!
A tecnologia, que é não somente desnecessária, mas também, perversa e antinatural, é o instrumento dos grupos dominantes para controlar, cada vez mais, tudo e, especialmente, a vida em todas as suas funções e manifestações – quem, como, onde, quanto, vai viver ou morrer!
A ligação do homem com a natureza interna e externa foi pervertida, cortada e substituída por coisas espúrias e antinaturais.
Chegamos ao ponto do qual não é possível retornar e os horrores consequentes dos erros continuados e repetidos, se impõem sobre todos. A agonia e o desassossego são compartilhados por todos e, um êxodo, é a única esperança de sobreviver a extinção maquinal, sistemática e pavorosa que já está em curso dos que vivem nas cidades e submetidos ao sistema cruel e artificial dessa civilização.
Sem se dar conta de que não há substituto para a vida, que emana da natureza, e vice-versa e que, sobre elas devemos apoiar nosso sustento e viver, não há esperança de paz e felicidade.

Estão impedindo que você escolha seu representante!

Democracia não prevê pleito entre pessoas de bem e o crime organizado! Os brasileiros estão sendo roubados pelas instituições que deveriam garantir eleições justas e transparentes. Os criminosos falam em resultados imediatos. Quem pediu isso? Pois é aí que eles estão roubando, como um batedor de carteiras que é rápido e comete o crime sem ser visto.

Voto sem materialidade, que possa ser recontado pelo povo, significa que há má intenção de enganar.
Não há nenhum motivo para acreditar no sistema fechado, secreto e imaterial do TSE e seus ministros. Eleição é do povo e deve ser controlada em todas as suas fases pelos cidadãos.
O TSE SEQUESTROU a democracia e impede que você participe do que é seu.
O TSE deve devolver ao cidadão o controle de todo o processo.
O TSE se apossou da única coisa que garantia a escolha honesta e pessoal do cidadão, as eleições.
Isso é crime eleitoral cometido por um grupo organizado e secreto que impede que o cidadão exerça seu DIREITO de ter um voto DIRETO previsto na CONSTITUIÇÃO. As máquinas são intermediários entre você e sua escolha pelo voto e isso, é crime eleitoral. E nessa eleição de 2022 muitos cidadãos foram impedidos de votar e perderam seus votos por máquinas, que são “caixas pretas”, com falhas evidentes e INEGÁVEIS.
A “verdade” imposta por juízes e burocratas não está acima, jamais dos fatos, de provas materiais, do voto na sua forma material. Voto eletrônico não é voto, é ILUSIONISMO.

Os Mecanismos do Sofrimento e sua Solução

Há um antídoto tanto para a exploração das consequências inexoráveis dos desastres e catástrofes, como dos efeitos de um viver contra as leis cósmicas e naturais para cada pessoa.

Os usurpadores, religiosos, aventureiros, reis, o Estado e governantes, entre outros exploradores de ocasião, usam a previsão e as consequências desse viver ignorante e estúpido para dominar e submeter a humanidade e as pessoas.

As pandemias, as catástrofes, o medo, a ignorância, são todos, sem exceção evitáveis em maior e menor grau. Ao estar convencidas de que desgraças em série inexoráveis ocorrerão, as pessoas se submetem aos patifes e espertalhões que se apresentam como profetas, como detentores de poderes de curar, de evitar em parte esses infortúnios.

Esse mecanismo de exploração, de fazer escravos, crentes, religiões e súditos, pode e deve ser completamente quebrado e eliminado. O fato dessa relação promíscua continuar se deve ao desconhecimento e negligência das leis cósmicas e naturais. O ciclo negativo e do mal só pode ser quebrado pela eliminação da ignorância e da paixão. Todas as assim chamadas religiões, governos, “ciência”, e Estado e, o sofrimento real e imaginário são o resultado de desconhecer e de negligenciar a Lei Única, que é Deus.

Como cegos e supersticiosos estúpidos as pessoas estão, desde sempre, prisioneiras desse seu estado indigno e grosseiro de ignorância e paixão.
A conquista da liberdade, da propriedade e da igualdade, ou seja, da justiça, só pode vir pela compreensão.


As assim chamadas pandemias, por exemplo, foram todas, são todas e serão todas o resultado evitável de um viver contra as leis naturais. A Peste Negra que teria dizimado, por séculos 50.000.000, a “gripe espanhola”, que teria matado em poucos anos, 100.000.000 e o jogo perverso atual de pandemias em série, que mantém a humanidade refém dos exploradores e patifes, os quais se apresentam como profetas do Apocalipse e detentores das soluções para as catástrofes presentes atuais e vindouras, sejam elas reais ou forjadas, são fruto da ignorância abjeta do povo e nada além disso. O medo e pavor da morte, do inferno, objeto de exploração pelos falsos profetas e religiosos são o motivo das intermináveis seitas e messias.


A saída única e definitiva para tal condição indigna e desesperadora é o conhecimento e o viver pela Lei. Portanto, a solução é pessoal e interior e não geral e exterior. Tudo que é barganhado, vendido, negociado, oferecido em troca de seguir, de se submeter a um suposto poder de uma autoridade constituída, de um poder sobrenatural qualquer é, não somente falsa, mas criminosa e perversa. Os ciclos intermináveis e inexoráveis de progresso e bonança e de decadência e catástrofes, só podem ser quebrados pelo conhecimento e pelo viver das leis cósmicas e naturais.

Os exploradores da ignorância e do medo só serão definitivamente aniquilados pela compreensão, pela verdade e consciência. Não se pode comprar ou vender nenhuma solução para isso.